Centro de cardiologia



As discussões sobre medicina sexual e a sexualidade humana evoluíram de maneira muito rápida nos últimos anos. A cada nova evidência clínica surgem também novas possibilidades de avaliação diagnóstica e novos tratamentos.

Criado recentemente, o Centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês atua de maneira multidisciplinar na abordagem das disfunções sexuais, com profissionais altamente qualificados e em permanente processo de atualização, nas áreas de Urologia, Ginecologia, Radiologia, Psicologia e Enfermagem.

Tudo isso aliado a avançados recursos tecnológicos e à humanização na prática médica, faz com que o Centro ofereça avaliação, diagnóstico e tratamento com olhar integrado, de acordo com a necessidade de cada paciente.

Onde estamos:

Rua Dona Adma Jafet, 115 Núcleo de Medicina Avançada Bloco E - 4º andar - Bela Vista - São Paulo

Informações:

Telefone: +55 (11) 3394-5007

Horário de funcionamento:

Das 8h às 19h


O Centro de Medicina Sexual reúne serviços especializados na área de saúde sexual com tratamento personalizado, infraestrutura completa, profissionais experientes, privacidade e a excelência Sírio-Libanês.

Tratamentos para homens:

A disfunção erétil (DE) é definida como a incapacidade de iniciar ou manter uma ereção peniana suficientemente rígida para uma relação sexual satisfatória. Esta disfunção sexual é muito comum. Em uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em homens de 40 a 70 anos, quase 60% dos homens disseram que têm este problema eventualmente.

Globalmente, as causas de DE podem ser dividias entre orgânicas (problemas nas estruturas físicas) e psicogênicas (associadas a ansiedade e preocupação), mas sabemos que na grande maioria dos casos ambos os componentes têm uma parcela de contribuição. Sendo assim, uma avaliação completa, incluindo os aspectos físicos e psíquicos, é fundamental.

Os tratamentos são escolhidos caso a caso e podem incluir o controle de fatores de risco modificáveis (hipertensão, diabetes, tabagismo), apoio psicológico do casal e avaliação de indicação para os tratamentos medicamentosos ou cirúrgicos.

    Tratamento não cirúrgico:

  • Via Oral
  • Psicoterápico
  • Injeção Intracavernosa com treinamento adequado para aplicação segura
  • Dispositivo Intra-uretral

    Tratamento cirúrgico:

  • Prótese peniana maleável ou inflável
  • Cirurgia de revascularização peniana (casos selecionados)

Com o desenvolvimento de novos tratamentos e aprimoramento técnico, felizmente a medicina moderna consegue oferecer resultados muito melhores de cura e sobrevida aos pacientes diagnosticados com câncer. Como consequência, cada vez mais percebemos a importância não só de sobreviver, mas de vencer a batalha e manter uma boa saúde para que a vida após o tratamento possa ser desfrutada em sua plenitude.

Dentre as várias áreas nos quais este tópico é relevante, nós, urologistas com enfoque em medicina sexual e andrologia, nos especializamos na atenção à vida sexual dos pacientes, área de extremo impacto no tratamento de alguns tumores como o de próstata, bexiga, colo-retal, pênis, dentre outros. Este impacto pode se dar em vários domínios da vida sexual, como na capacidade de ter uma ereção, na capacidade de se ter um orgasmo e de ejacular. Todos esses possíveis impactos precisam ser discutidos com os pacientes, acompanhados de perto, e algumas medidas podem e devem ser tomadas de modo a evitar prejuízos definitivos nessas áreas.

No centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês contamos com uma equipe multidisciplinar especializada e estrutura ampla para dar todo o suporte necessário nessa fase turbulenta pós-tratamento oncológico.

Um problema sexual muito pouco discutido é a curvatura peniana, que pode ser congênita (quando o paciente já nasce com ela, chamada de Pênis Curvo Congênito) ou adquirida (quando esta se desenvolve ao longo da vida), sendo mais comum a doença de Peyronie. Em ambos os casos, por uma assimetria na câmara erétil do pênis quando esta se enrijece, ocorre uma curvatura, que pode ser severa ao ponto de atrapalhar muito ou até impedir a penetração.

O impacto deste problema é potencialmente grande, com baixa auto-estima do paciente, incômodo físico e psíquico, afastamento do casal e depressão. O tratamento depende de uma avaliação completa e acurada da curvatura, vascularização peniana e função erétil, podendo incluir desde tratamento medicamentoso até tratamentos cirúrgicos complexos.

No centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês contamos com uma equipe multidisciplinar especializada e estrutura ampla para dar todo o suporte necessário para os homens que sofrem dessa doença.

    Tratamento não cirúrgico:

  • Injeção Intralesional de Verapamil (para casos na fase aguda)
  • Injeção Intralesional de Xiaflex* * Parceria com Memorial Sloan Kettering Cancer Center - Manhattan-NYC (EUA)
  • Cirúrgico
    Plicaturas / Incisão + Enxerto
    Prótese Peniana / Reconstruções complexas com prótese

    Tratamento cirúrgico:

  • Plicaturas
  • Incisão + Enxerto
  • Prótese Peniana
  • Reconstruções complexas para restituição de tamanho peniano com prótese

A Ejaculação Precoce (EP) é uma das disfunções sexuais mais prevalentes no homem e seu diagnóstico envolve um tempo curto latência sexual (tempo entre o início da relação e orgasmo), a sensação de falta de controle sobre o momento do clímax e o impacto negativo na vida. Ela tradicionalmente é dividia em EP primária, presente desde o início da vida sexual, e secundária, com início da vida adulta depois de um período sem dificuldades.

No entanto, é comum na prática clinica que mesmo homens com latência considerada normal (> 1-2 minutos) se apresentem incomodados, e cada vez mais se considera o impacto na vida do paciente ou casal no diagnóstico e nas considerações sobre as possibilidades terapêuticas.

O tratamento pode envolver exercícios de auto-conhecimento e controle, medicações de uso diário ou antes do ato sexual, psicoterapia geral e focada para EP, dentre outros.

No centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio Libanês contamos com uma equipe multidisciplinar especializada para dar todo o suporte para o diagnóstico e tratamento deste problema.

Apesar de tão pouco discutida, a Ejaculação retardada é uma disfunção sexual com grande potencial de impacto na vida de um casal.

Segundo a Sociedade Americana de medicina Sexual (SMSA), seu diagnóstico é feito quando existe uma dificuldade de atingir o orgasmo há pelo menos 6 meses e em mais de 75% das relações, gerando incomodo. Não existe um tempo fixo definido como limite, mas a maioria das sociedades médicas especializadas concordam que uma latência maior que 20 minutos pode gerar desconforto eventualmente.

As principais causas, que devem ser consideradas e investigadas apropriadamente, são: medicamentosa, perda de sensibilidade peniana, distúrbios hormonais, psicogênica e disfunções masturbatórias.

O tratamento da ejaculação retardada depende diretamente da causa do problema e vai desde reposição hormonal até o uso de dispositivos na relação sexual para aumentar o estímulo peniano.

No centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio Libanês contamos com uma equipe multidisciplinar especializada para dar todo o suporte para o diagnóstico, investigação e tratamento deste problema que pode gerar tanto incomodo.

A testosterona é um hormônio muito importante e com função extremamente ampla, tendo ações na modulação do desejo sexual (libido), na ereção, no ganho de massa muscular, perda de gordura (principalmente abdominal), na regulação da glicose, na saúde dos ossos, dentre muitos outros.

Apesar disso, a definição e o diagnóstico de sua deficiência podem ser complexos e exigem cuidado. De maneira geral, sempre antes do início de reposição é necessário a avaliação de seus níveis no sangue a avaliação de sintomas. No entanto, muitos sintomas da falta deste hormônio podem facilmente ser confundidos com sintomas de stress crônico ou depressão, tão frequentes nos dias atuais. Além disso, em um mundo onde diversos médicos prometem milagres em pílulas, é muito frequente o uso indevido desta medicação, expondo diversos pacientes a riscos desnecessário e sem benefício certo.

É imprescindível, portanto, uma avaliação clínica e laboratorial completa por um profissional experiente, para se discutir de maneira individualizada se existe indicação, quais são os riscos e benefícios de sua reposição.

No centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio Libanês contamos com uma equipe multidisciplinar especializada e estrutura ampla para dar todo o suporte diagnóstico, terapêutico e seguimento com segurança de pacientes que necessitam de reposição hormonal.

Tratamentos para mulheres:

O orgasmo ocorre no pico de excitação sexual, com liberação de tensões. É uma sensação de prazer intensa, e com ela ocorrem contrações rítmicas e involuntárias da musculatura do assoalho pélvico.

O prazer na relação sexual é mais amplo, e não está necessariamente ligado ao orgasmo. No entanto, quando o fato de o orgasmo não ocorrer - ou a dificuldade para que ele aconteça - trazem sofrimento ou incômodo significativos, se caracteriza uma disfunção sexual. A dificuldade em atingir o orgasmo pode ser um problema para até 30% das mulheres.

O nível de interesse sexual pode variar ao longo da vida, a depender de vários fatores. A depender do estudo, até cerca de 39 a 59% das mulheres se queixam de baixo interesse sexual em algum momento da vida. Quando o baixo desejo sexual (ou desejo ausente) leva a sofrimento pessoal, é um indicativo que pode haver um problema que merece avaliação.

Ocorre quando a excitação é reduzida ou se perde ao longo da atividade sexual. Assim, a resposta do corpo ao desejo e aos estímulos sexuais fica prejudicada: pode ocorrer redução da lubrificação e das sensações – físicas genitais/não genitais e da percepção subjetiva da excitação sexual.

Não é normal ter dor na atividade sexual. A dor ou a antecipação da dor na relação sexual podem ser acompanhadas de medo e ansiedade, além de contração involuntária e tônus aumentado da musculatura do assoalho pélvico (aqui, está incluído o vaginismo).

A dor na atividade sexual pode ter origem multifatorial com base biológica (aqui, incluídas causas infecciosas e endometriose, dentre outras) e/ou psicológica, e pode gerar e perpetuar problemas de lubrificação. Uma importante causa de dor sexual e dificuldade de lubrificação é a síndrome gênito-urinária da menopausa, que pode cursar com atrofia e ressecamento vaginal. 

De maneira semelhante a outras alterações de função sexual feminina, a dor sexual pode atingir uma porcentagem próxima de 30% das mulheres.

Dificuldades psicológicas, doenças de base e medicações podem interferir com os mecanismos da resposta sexual. Por exemplo:

  • Vergonha e culpa relacionadas ao sexo, tabus, ambiente cultural
  • Antecedente de experiências sexuais negativas
  • Fadiga e Stress
  • Alterações na autoimagem
  • Abuso sexual e psicológico
  • Dor (incluindo síndrome da bexiga dolorosa, endometriose, miomas, infecções, dermatoses da vulvas e síndrome genito-urinaria da menopausa)
  • Alterações hormonais (incluindo também períodos como menopausa e pós-parto, uso de alguns anticoncepcionais)
  • Depressão e Ansiedade
  • Doenças de base e algumas medicações utilizadas para tratar essas condições (diabetes, hipertensão, doenças da tireoide, doenças neurológicas, insuficiência renal)
  • Câncer, quimioterapia e radioterapia
  • Cirurgias pélvicas prévias
  • Uso de álcool e cigarro
  • Idade
  • Problemas de relacionamento – conflitos latentes, falta de comunicação, perda da intimidade e da confiança, violência
  • Problemas sexuais da parceria
Como é feito o tratamento?

O tratamento de cada alteração sexual depende da(s) causa(s), e pode ser necessária a abordagem multidisciplinar. São exemplos de abordagem:

  • mudanças no estilo de vida / auto-imagem
  • mudanças no padrão de estímulo sexual e foco mental
  • terapia psicológica e sexual individual e/ou terapia de casal
  • facilitação da resposta sexual com medicamentos (sistêmicos e locais) e hormonios (terapia hormonal sistêmica e local)
  • fisioterapia de assoalho pélvico
  • tratamentos específicos direcionados para doenças associadas

No cenário oncológico, pode ser difícil lidar solo com os sentimentos negativos que o processo da doença deflagra. Desde o diagnóstico até o tratamento de uma neoplasia, ocorrem não somente mudanças físicas, mas também transformações emocionais. Assim, a área da sexualidade pode ser afetada: dentre pacientes do setor de oncologia, as disfunções sexuais chegam a taxas de 35 a 50%.

É importante buscar informação e ajuda profissional para atravessar as dificuldades que possam se apresentar. Devido a magnitude com que outras esferas da vida possam ser afetadas, muitas vezes a vida sexual fica relegada a um segundo plano ou mesmo inativa.

Mudanças na vida sexual: fatores físicos e psicológicos

Os cânceres da região pélvica – por exemplo: vulva e vagina, corpo e colo do útero, ovários, cólon e reto, bexiga – e de mama podem trazer alterações anatômicas e de funcionamento dos órgãos em questão ou dos contíguos, com risco de comprometer a atividade sexual. As neoplasias de outros órgãos, em qualquer estágio de evolução, também podem ter uma influência negativa na sexualidade.

Dificuldades sexuais podem ocorrer pela doença em si ou devido a tratamentos cirúrgicos e de radioterapia. Além disso, a quimioterapia ou outras medicações sistêmicas no combate ao câncer e a dor, por exemplo, ou sintomas como cansaço, indisposição e náuseas podem trazer fatores adicionais a uma piora da função sexual.

Além de fatores físicos, os fatores psicológicos e emocionais têm também alto impacto na sexualidade nesse cenário. O câncer e seu tratamento podem afetar a autoimagem e a autoestima da mulher, além dos relacionamentos interpessoais.

    Quais as alterações sexuais mais comuns?

    As alterações físicas e psicológicas trazidas pela neoplasia e seu tratamento podem gerar, por exemplo:

  • Secura e irritações vaginais e da vulva;
  • Alterações da elasticidade, do diâmetro e do comprimento da vagina;
  • Dor ou desconforto vaginal e pélvico na relação sexual;
  • Alterações de sensibilidade no corpo, incluindo zonas genitais e erógenas;
  • Redução de desejo sexual e da excitação;
  • Dificuldade para atingir o orgasmo;
  • Dificuldade no relacionamento com a parceria.
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